sábado, 6 de outubro de 2012

Eleições

Amanha, dia 7 de Outubro, o brasileiro vai as urnas decidir quem vão ser seus representantes no poder pelos próximos 4 anos. E o quanto mais a data da votação se aproxima, mais esse assunto entra em pauta, causando discussões com argumentos, às vezes, sem fundamento.

O que sabemos é que o Brasil é uma republica democrática. As regras são simples: o povo elege seus representantes, sendo que cada individuo tem direito a 1 voto. Muitos acreditam que o voto é um previlégio, mas ele é uma responsabilidade do cidadão com o país que vive, e deve ser tratado como tal.

Alguns relacionam, sem pensar duas vezes, a palavra "eleição" à perda de tempo, e não consigo entender o ponto de vista deles. Argumentos como "o meu voto é só 1 em milhões", "vou votar nulo porque é uma arma que o povo tem contra a corrupção" e "a eleição é ditada pelo interesse dos mais ricos" não são convincentes.

Sim, cada pessoa tem direito a apenas um voto, não importa se ela é rica ou pobre, índio ou carioca, mas todo voto conta, pois é uma ação comunitária que o ser humano faz para poder ter o direito de falar. Se a pessoa se abstém da decisão de quem vão ser os governantes, ela não tem direito de reclamar, pois a chance de mudar algo ela teve. Em 2010, no segundo turno, as eleições tiveram taxa de abstenção de 21,5%, ou 29,1 milhões de eleitores. Número que poderia mudar o resultado.

Sobre o voto nulo, sou totalmente contra. Utiliza-se do mesmo principio de fugir da responsabilidade dos argumentos anteriores. Dizem que políticos são corruptos, mas nem todos são. Com a internet não é tão difícil fazer uma pequena pesquisa sobre os candidatos e ler sobre o projeto "Fixa Limpa". O voto nulo não é a arma do povo, mas o voto em um candidato honesto é.

A democracia é uma ótima coisa para o país, mas parece que o brasileiro ainda não descobriu o valor dela.

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